quinta-feira, 12 de junho de 2014

Enxaqueca



Só quem já sentiu na pele, ou melhor, na cabeça, sabe o quanto é ruim uma enxaqueca!
Além da dor de cabeça, você pode sentir náuseas, vômito, sensibilidade à luz (fotofobia) e ao barulho (fonofobia). O principal sintoma é uma dor latejante e pulsátil, geralmente unilateral, de intensidade moderada ou forte, que se mantém de quatro a 72 horas e piora com o movimento.


Trata-se de um distúrbio neurovascular crônico e incapacitante, que acomete as pessoas geneticamente predipostas. 
Para complicar a situação, alguns transtornos de humor, como irritabilidade, agitação e depressão, podem estar associados ou anteceder as crises de enxaqueca.
Muitas vezes, o quadro de dor é precedido por uma aura premonitória que envolve sintomas neurológicos, cuja principal característica é o embaçamento da visão ou a presença de pontos luminosos, em zigue-zague ou manchas escuras nos períodos que precedem as crises dolorosas.
A enxaqueca é uma doença genética, que atinge 25 milhões de brasileiros, e pode ocorrer em qualquer idade, mas costuma manifestar-se mais em adolescentes e adultos jovens e afeta mais as mulheres do que os homens.


Embora ainda não estejam totalmente definidas, as causas da enxaqueca envolvem vários fatores: consumo excessivo de café e de bebidas alcoólicas, jejum prolongado,  insônia, queijos fortes, embutidos, chocolate, açúcar, fumo, estresse, alterações hormonais, e certos perfumes.
O diagnóstico é realizado a partir de um levantamento da história familiar e dos sintomas apresentados pelo paciente.
Para tratar a enxaqueca, o médico leva em consideração a frequência das crises e as características da dor. Em geral, nos casos agudos de dor, utilizam-se analgésicos comuns, algumas vezes associados a outras drogas.


Mas o melhor mesmo é prevenir, evitando as situações que desencadeiam as crises. Portanto, fique atenta e analise os possíveis motivos que te levam à uma crise de enxaqueca.

Dicas para prevenção da enxaqueca:

- mantenha uma alimentação equilibrada e não pule refeições. O jejum prolongado é um dos principais fatores desencadeantes das crises;
- evite alimentos e bebidas que possam provocar ataques de enxaqueca (principalmente a cafeína e bebidas alcoólicas); 
- pratique exercícios físicos regularmente;
- estabeleça horários para deitar-se e levantar-se e procure respeitá-los. É importante manter o sono regular;
- evite o estresse. Tente reservar algum tempo para o lazer, relaxe.



Para saber mais: http://drauziovarella.com.br/letras/e/enxaqueca-3/


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